A noite espezinha a alma como uma dor fina na coluna.
Sinto um vento gelado entrando pela madrugada quando já é quase manhã.
Porque isso está acontecendo?
Eu me pergunto agora, desmemoriada e sozinha, no escuro.
Me atormento com algo que por certo não tem grande sentido já que você, com certeza, nem se lembra mais.